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Solo Sagrado participa do evento ambiental
"Abraço na Guarapiranga"
O Solo Sagrado de Guarapiranga, pelo terceiro ano consecutivo, foi escolhido para sediar o “Abraço naGuarapiranga”. Oevento, que aconteceu no dia 1º de junho, domingo, reuniu milhares de pessoas em três pontos nas margens do reservatório na região sul de São Paulo: Solo Sagrado, Barragem da Guarapiranga e Parque Ecológico da Guarapiranga. No Solo Sagrado, o Abraço contou com a participação de 1.200 pessoas, incluindo o senador Romeu Tuma, o ex-deputado federal Robson Tuma, várias lideranças religiosas, representantes de organizações sociais, membros e freqüentadores da IMMB.
Uma grande programação de atividades religiosas, culturais e recreativas, incluindo o plantio de árvores no Parque Terceiro Lago e mutirão de conservação, foi cumprida. O Abraço também apresentou um placar parcial das ações de recuperação do manancial mais degradado de São Paulo.
Representantes de diversas religiões e autoridades chegaram ao Solo Sagrado e foram levados a pé pela orla da represa, para o plantio de uma muda de árvore, simbolizando o compromisso de cada um com a Guarapiranga. Em seguida, todos seguiram para o Templo e, enquanto aguardavam o início do ato inter-religioso, ouviram a apresentação do tenor José Corrêa. Cada um deles proferiu palavras de preocupação com a preservação da natureza e do manancial. Também falaram representantes de movimentos sociais e de preservação da região de Parelheiros, como o Fórum de Defesa de Parelheiros e Marsilac, o Projeto Floresta Verde e escolas da região.
As religiões foram representadas pelo reverendo Carlos Roberto Sendas Ribeiro (Messiânica); rabino Ruben Sternschein (Israelita); Taketo de Inkici Kizambeloya (Candomblé); monge Jô-Shin (Zen-Budista) e pastor Arnaldo Moreira Santos (Evangélica).
Para o reverendo Sendas, o que a represa de Guarapiranga oferece ao Solo Sagrado não é a sua água, já que toda a água que abastece o Solo Sagrado vem de poços profundos, mas sim, a sua beleza. “O belo cenário que se descortina com a vista ampla da represa é fundamental para a missão social e religiosa do Solo Sagrado”, afirmou.
Depois dos discursos das autoridades e do ato ecumênico, a banda Mokiti Okada encerrou o ato com uma apresentação e guiou os participantes até à orla da represa, onde os presentes se deram as mãos no gesto simbólico e cantaram a canção da Guarapiranga e a música “Planeta Água”, de Guilherme Arantes. Após, todos se abraçaram e bateram palmas.
Durante toda a tarde, o público pôde prestigiar apresentações de dança e música nos auditórios do Solo Sagrado. Houve também vivência da Arte da Flor, oficinas de artesanato e origami e demonstração de Cerimônia do Chá com degustação.

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